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domingo, 23 de setembro de 2018
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
quarta-feira, 5 de julho de 2017
OKJA (2017)
OKJA (2017) de Bong Joon-ho



/5
"Versão coreana de A Menina e o Porquinho com uma crítica a Indústria de alimentos transgênicos". Pode parecer uma premissa no mínimo inusitada para um filme, e é. Mas esse longa da Netflix (
) não é só isso.
A trama mostra a menina, Mikha, que junto com o Avô criam uma "superporca" Okja para uma competição de uma Indústria Alimentícia. Mas o porém é que ela não sabia bem disso. E quando os apresentadores de um programa de animais patrocinado pela empresa vêm buscá-la (com direito a um Jake Gyllenhaal estranhíssimo no papel de um Richard Rasmussen bem louco), a menina fica inconsolável tanto pela partida abrupta quanto pela mentira contada.
Daí em diante o filme torna-se uma comédia de ação com a ingênua menina atrás da porca nos Eua. Lá, ela tem a ajuda de um grupo de ativistas pró-vida (cujo chefe é interpretado pelo sempre excelente Paul Dano) que para mim é o ponto alto do filme.
A crítica à Indústria não chega a ser leve mas também não incomoda com um ativismo panfletário. Sim, há cenas em matadouros mas nada explícitas (se fossem, estragariam o filme que tem um tom bem leve).O filme te faz refletir um pouco sobre o fatalismo da Industria com seu extermínio sistemático e em massa de animais para o consumo humano. mas nada que torne o expectador vegetariano. Infelizmente.



/5"Versão coreana de A Menina e o Porquinho com uma crítica a Indústria de alimentos transgênicos". Pode parecer uma premissa no mínimo inusitada para um filme, e é. Mas esse longa da Netflix (
) não é só isso.A trama mostra a menina, Mikha, que junto com o Avô criam uma "superporca" Okja para uma competição de uma Indústria Alimentícia. Mas o porém é que ela não sabia bem disso. E quando os apresentadores de um programa de animais patrocinado pela empresa vêm buscá-la (com direito a um Jake Gyllenhaal estranhíssimo no papel de um Richard Rasmussen bem louco), a menina fica inconsolável tanto pela partida abrupta quanto pela mentira contada.
Daí em diante o filme torna-se uma comédia de ação com a ingênua menina atrás da porca nos Eua. Lá, ela tem a ajuda de um grupo de ativistas pró-vida (cujo chefe é interpretado pelo sempre excelente Paul Dano) que para mim é o ponto alto do filme.
A crítica à Indústria não chega a ser leve mas também não incomoda com um ativismo panfletário. Sim, há cenas em matadouros mas nada explícitas (se fossem, estragariam o filme que tem um tom bem leve).O filme te faz refletir um pouco sobre o fatalismo da Industria com seu extermínio sistemático e em massa de animais para o consumo humano. mas nada que torne o expectador vegetariano. Infelizmente.
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